"Todos os bons sentimentos que desejamos ter para nós mesmos precisamos, antes, oferecê-los ao nosso próximo. No ato de dar sem esperar qualquer recompensa, o homem expressa amor, a mais sublime e poderosa energia que já se viu na face da Terra, e pelo simples fato de amar a criatura já se eleva a patamares vibratórios que lhe propiciarão tudo aquilo que ela ofereceu ao seu irmão. O amor é força que se expande em luz e bênçãos, ao passo que o egoísmo é um vazio escuro que nos deixa nas trevas do sofrimento.
Ah, como se torna aureolada de sublime luz a criatura que ama, e que potencialidade curativa tem a força da caridade quando ela é espontânea e sincera. Se o homem se convencesse disso, ele viveria perenemente servindo aos seus irmãos."
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domingo, 10 de julho de 2011
sexta-feira, 8 de julho de 2011
GLORIFIQUEMOS
“Ora, a nosso Deus e Pai seja dada glória para todo o sempre” - Paulo, (FILIPENSES, 4:20)
Quando o vaso se retirou da cerâmica, dizia sem palavras:
— Bendito seja o fogo que me proporcionou a solidez.
Quando o arado se ausentou da forja, afirmava em silêncio:
— Bendito seja o malho que me deu forma.
Quando a madeira aprimorada passou a brilhar no palácio, exclamava, sem voz:
— Bendita seja a lâmina que me cortou cruelmente, preparando-me a beleza.
Quando a seda luziu, formosa, no templo, asseverava no íntimo:
— Bendita seja a feia lagarta que me deu vida.
Quando a flor se entreabriu, veludosa e sublime, agradeceu, apressada:
— Bendita a terra escura que me encheu de perfume.
Quando o enfermo recuperou a saúde, gritou, feliz:
— Bendita seja a dor que me trouxe a lição do equilíbrio.
Tudo é belo, tudo é grande, tudo é santo na casa de Deus.
Agradeçamos a tempestade que renova, a luta que aperfeiçoa, o sofrimento que ilumina.
A alvorada é maravilha do céu que vem após a noite na Terra.
Que em todas as nossas dificuldades e sombras seja nosso Pai glorificado para sempre.
Quando o vaso se retirou da cerâmica, dizia sem palavras:
— Bendito seja o fogo que me proporcionou a solidez.
Quando o arado se ausentou da forja, afirmava em silêncio:
— Bendito seja o malho que me deu forma.
Quando a madeira aprimorada passou a brilhar no palácio, exclamava, sem voz:
— Bendita seja a lâmina que me cortou cruelmente, preparando-me a beleza.
Quando a seda luziu, formosa, no templo, asseverava no íntimo:
— Bendita seja a feia lagarta que me deu vida.
Quando a flor se entreabriu, veludosa e sublime, agradeceu, apressada:
— Bendita a terra escura que me encheu de perfume.
Quando o enfermo recuperou a saúde, gritou, feliz:
— Bendita seja a dor que me trouxe a lição do equilíbrio.
Tudo é belo, tudo é grande, tudo é santo na casa de Deus.
Agradeçamos a tempestade que renova, a luta que aperfeiçoa, o sofrimento que ilumina.
A alvorada é maravilha do céu que vem após a noite na Terra.
Que em todas as nossas dificuldades e sombras seja nosso Pai glorificado para sempre.
(De “Fonte Viva”, de Francisco Cândido Xavier, pelo espírito Emmanuel)
Paz e Luz
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