"Antes sede uns para com
os outros benignos." - Paulo. (EFÉSIOS, 4:32.)
Grande massa de aprendizes
queixa-se, por vezes, da ausência de grandes oportunidades nos serviços do
mundo.
Aqui, é alguém desgostoso por não haver obtido um cargo de alta
relevância; além, é um irmão inquieto porque ainda não conseguiu situar o nome
na grande imprensa.
A maioria anda esquecida do valor dos pequenos trabalhos que se
traduzem, habitualmente, num gesto de boas maneiras, num sorriso fraterno e
consolador... Um copo de água pura, o silêncio ante o mal que não comporta
esclarecimentos imediatos, um livro santificante que se dá com amor, uma
sentença carinhosa, o transporte de um fardo pequenino, a sugestão do bem, a
tolerância em face de uma conversação fastidiosa, os favores gratuitos de
alguns vinténs, a dádiva espontânea ainda que humilde, a gentileza natural,
constituem serviços de grande valor que raras pessoas tomam à justa
consideração.
Que importa a cegueira de quem recebe? que poderá significar a
malevolência das criaturas ingratas, diante do impulso afetivo dos bons
corações? Quantas vezes, em outro tempo, fomos igualmente cegos e perversos
para com o Cristo, que nos tem dispensado todos os obséquios, grandes e
pequenos?
Não te mortifiques pela obtenção do ensejo de aparecer nos
cartazes enormes do mundo. Isso pode traduzir muita dificuldade e perturbação
para teu espírito, agora ou depois.
Sê benevolente para com aqueles que te rodeiam. Não menosprezes
os servicinhos úteis.
Neles repousa o bem-estar do caminho diário para quantos se
congregam na experiência humana.
(Obra: Vinhas de Luz - Chico Xavier/Emmanuel)
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quarta-feira, 30 de maio de 2012
terça-feira, 29 de maio de 2012
BRILHE TUA LUZ
A movimentação contínua da massa humana causa-te preocupação, se consideras a problemática espiritual, que a todos diz respeito.
Grande parte se te apresenta carrancuda, sob o extenuar das dores para as quais não se preparou, convenientemente, derrapando em violências contra os outros e contra si mesma.
Outra expressiva quantidade de criaturas transita distraída, sem dar-se conta das responsabilidades que lhe dizem respeito.
A desinformação em torno dos valores do Espírito — aqueles que são de duração imperecível —, é alarmante, somando aos conceitos errôneos que muitos esposam, em chocante desconsideração quanto às realidades da Vida.
Tendo em vista tais situações, reflete em torno dos movimentos religiosos que conduzem as massas, esvaziadas de sentimento legítimo de fé, sem claridades interiores, ficando aturdido.
Sem dúvida, toda emulação edificante, intentando incorporar Jesus ao dia-a-dia dos homens, é de alta significação. No entanto, a claridade da fé deve estar sustentada pelo combustível dos feitos, sob pena de apagar-se de um para outro momento.
Para lograr-se tal desiderato é imprescindível que haja um suporte da razão que se apóia nos fatos, de que se não pode evadir a mente, quando ocorrências desagradáveis ameaçam o equilíbrio.
Desacostumados ao raciocínio em matéria de fé, os homens submetem-se aos códigos do amor agora, para abandoná-los mais tarde, crendo, por conveniências passageiras, antes por acomodação de interesses, do que pela necessidade de crescimento e renovação.
*
São respeitáveis as movimentações exteriores do clima religioso da Terra. Todavia, é de vital importância a transformação moral do homem ante a presença da fé, na mente e no coração.
Quem diz crer e não produz para o bem do seu próximo, é insensato.
Se se utiliza da vida e não reparte bênçãos, torna-se dilapidador da oportunidade.
Se se enclausura na vaidade da salvação individual, faz-se parasita inconsequente.
Se impõe a sua forma de ser, estribado em presunçosas convicções, transforma-se em prepotente.
Somente quando nele brilha a luz do Cristo, exteriorizando em atos o odor da caridade e do amor, é que se encontra em condições de provar que o caminho da felicidade leva ao próximo, numa viagem para fora, após haver-se penetrado pela busca interior, mediante a introspecção e a prece que ora o sustentam nos cometimentos libertadores.
*
Não te detenhas, ante os impedimentos massivos, na tarefa de auxílio espiritual.
Junta a tua a outras candeias que estejam ardendo na noite das aflições, derramando parca luminosidade.
Vai ao teu próximo e clarifica-o com a mensagem do Cristo, chamando à ação e à responsabilidade.
Não obstante o Evangelho houvesse sido pregado para a aturdida multidão, o Mestre não se poupou esforços no ministério de atender e iluminar uma a uma as criaturas que Dele se acercavam.
Tem confiança irrestrita na Sua governança e faze a tua parte sem precipitação nem pessimismo, não temendo a mole humana, nem tombando na marginalização por indiferença ou timidez.
Espiritualiza-te, e deixa que a tua luz brilhe confortadora, apontando os rumos da paz para os que seguem contigo.
(De “Alerta”, de Divaldo P. Franco, pelo Espírito Joanna de Ângelis)
Grande parte se te apresenta carrancuda, sob o extenuar das dores para as quais não se preparou, convenientemente, derrapando em violências contra os outros e contra si mesma.
Outra expressiva quantidade de criaturas transita distraída, sem dar-se conta das responsabilidades que lhe dizem respeito.
A desinformação em torno dos valores do Espírito — aqueles que são de duração imperecível —, é alarmante, somando aos conceitos errôneos que muitos esposam, em chocante desconsideração quanto às realidades da Vida.
Tendo em vista tais situações, reflete em torno dos movimentos religiosos que conduzem as massas, esvaziadas de sentimento legítimo de fé, sem claridades interiores, ficando aturdido.
Sem dúvida, toda emulação edificante, intentando incorporar Jesus ao dia-a-dia dos homens, é de alta significação. No entanto, a claridade da fé deve estar sustentada pelo combustível dos feitos, sob pena de apagar-se de um para outro momento.
Para lograr-se tal desiderato é imprescindível que haja um suporte da razão que se apóia nos fatos, de que se não pode evadir a mente, quando ocorrências desagradáveis ameaçam o equilíbrio.
Desacostumados ao raciocínio em matéria de fé, os homens submetem-se aos códigos do amor agora, para abandoná-los mais tarde, crendo, por conveniências passageiras, antes por acomodação de interesses, do que pela necessidade de crescimento e renovação.
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São respeitáveis as movimentações exteriores do clima religioso da Terra. Todavia, é de vital importância a transformação moral do homem ante a presença da fé, na mente e no coração.
Quem diz crer e não produz para o bem do seu próximo, é insensato.
Se se utiliza da vida e não reparte bênçãos, torna-se dilapidador da oportunidade.
Se se enclausura na vaidade da salvação individual, faz-se parasita inconsequente.
Se impõe a sua forma de ser, estribado em presunçosas convicções, transforma-se em prepotente.
Somente quando nele brilha a luz do Cristo, exteriorizando em atos o odor da caridade e do amor, é que se encontra em condições de provar que o caminho da felicidade leva ao próximo, numa viagem para fora, após haver-se penetrado pela busca interior, mediante a introspecção e a prece que ora o sustentam nos cometimentos libertadores.
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Não te detenhas, ante os impedimentos massivos, na tarefa de auxílio espiritual.
Junta a tua a outras candeias que estejam ardendo na noite das aflições, derramando parca luminosidade.
Vai ao teu próximo e clarifica-o com a mensagem do Cristo, chamando à ação e à responsabilidade.
Não obstante o Evangelho houvesse sido pregado para a aturdida multidão, o Mestre não se poupou esforços no ministério de atender e iluminar uma a uma as criaturas que Dele se acercavam.
Tem confiança irrestrita na Sua governança e faze a tua parte sem precipitação nem pessimismo, não temendo a mole humana, nem tombando na marginalização por indiferença ou timidez.
Espiritualiza-te, e deixa que a tua luz brilhe confortadora, apontando os rumos da paz para os que seguem contigo.
(De “Alerta”, de Divaldo P. Franco, pelo Espírito Joanna de Ângelis)
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