sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Idosos ou Velhos? Entenda as grandes diferenças...


Idosa é uma pessoa que tem muita idade. Velha é a pessoa que perdeu a jovialidade.

A idade causa degenerescência das células. A velhice causa a degenerescência do espírito. Por isso nem todo idoso é velho e há velho que ainda não chegou a ser idoso.

Você é idoso quando sonha. É velho quando apenas dorme.

Você é idoso quando ainda aprende. É velho quando já nem ensina.

Você é idoso quando pratica esportes, ou de alguma outra forma se exercita.

É velho quando apenas descansa.

Você é idoso quando ainda sente amor. É velho quando só tem ciúme e sentimento de posse.

Você é idoso quando o dia de hoje é o primeiro do resto de sua vida.

É velho quando todos os dias parecem o último de uma longa jornada.

Você é idoso quando seu calendário tem amanhãs.

É velho quando seu calendário só tem ontens.

O idoso é aquela pessoa que tem tido a felicidade de viver uma longa vida produtiva, de ter adquirido uma grande experiência.

Ele é uma ponte entre o passado e o presente como o jovem é uma ponte entre o presente e o futuro.

E é no presente, que os dois se encontram.

Velho é aquele que tem carregado o peso dos anos, transmitindo pessimismo e desilusão.

Para ele, não existe ponte entre o passado e presente, existe um fosso que o separa do presente pelo apego ao passado.

0 idoso se renova a cada dia que começa: o velho as acaba a cada dia que termina.O idoso tem seus olhos postos no horizonte dê onde o sol desponta e a esperança se ilumina.

O velho tem sua miopia voltada para os tempos que passaram.Ó idoso curte o que resta da vida.O velho se emperra no tempo, se fecha. em sua ostra e recusa a modernidade.

O idoso leva urna vida ativa, plena de projetos e de esperanças.Para ele o tempo passa rápido,mas a velhice nunca chega.

O velho cochila no vazio de sua vida e suas horas se arrastam destituídas de sentido. As rugas do idoso são bonitas porque foram, marcadas pelo sorriso.

As rugas do velo são feias porque foram vincadas pela amargura.

Em resumo, idoso e velho são duas pessoas que até podem ter a mesma idade no cartório mas tem idade bem diferente no coração.

A vida, com suas fases de infância, juventude, madureza, é uma experiência constante.

Cada fase tem seu encanto, sua doçura, suas descobertas. Sábio é aquele que desfruta de cada uma das fases em plenitude, extraindo dela o melhor.

Somente assim, na somadas experiências e oportunidades, ao final dos seus anos, guardará a jovialidade de um homem sábio.

Se você é idoso guarde a esperança de nunca ficar velho.

Autor desconhecido

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Desejo de Viver...


A pequena entrou no banheiro e ficou olhando o pai a fazer a barba.

Tão compenetrada estava que seu pai lhe surpreendeu um pequeno vinco na testa miúda.

O que foi, filha? O que está pensando?

A menina se aproximou e fixou o olhar azul no rosto paterno, erguendo o pescoço em direção a ele.

Papai, você gosta de viver?

Ora, filhinha. É claro que gosto de viver. Quem não apreciaria a vida, tendo um tesouro como você?

Ela não se deu por satisfeita. Apoiou as mãos na pia e tornou a perguntar:

Então, por que deseja morrer?

O pai lhe respondeu que não desejava, nem pensava em morrer. Ele desejava viver, e muito. Queria ter a ventura de vê-la adentrar à escola, aprender as primeiras letras, deliciar-se com suas primeiras leituras, vê-la receber o diploma universitário, casar-se, ter filhos, dar-lhe netos.

Papai, falou finalmente a garota, se não quer morrer, por que fuma tanto?

* * *

Diariamente, as mensagens nos chegam dizendo que o cigarro, em qualquer quantidade fumada, faz mal para a saúde. Em síntese, por mais se busque não se consegue encontrar benefícios que o cigarro possa trazer.

Em determinado curso promovido pelo próprio Ministério da Saúde foi apresentada a estatística de que 30% dos casos de câncer se devem ao uso do fumo.

No Brasil, existem 250 mil casos novos da doença ao ano, 80 mil, portanto são causados pelo cigarro.

Temos em torno de 100 mil pessoas morrendo de câncer ao ano, das quais 33 mil são devidas ao tabagismo.

É de se admirar que, com tais números, prossigamos com a publicidade da forma como ela é feita hoje.

Realizam-se eventos culturais, privilegiando o intelecto e lá está o cigarro presente, em letras garrafais, anunciando-se.

Promovem-se eventos esportivos, onde o corpo escultural, forte, ágil, é apresentado como modelo mas, sob os auspícios do fumo.

Incentivamos as crianças a fumarem através da propaganda enganosa que apresenta o ato como algo natural, além de charmoso e chique.

Por outro lado, o acesso ao cigarro é fácil. Em qualquer esquina, nas ruas, nos bares, lanchonetes e restaurantes, é vendido a preço baixo.

Diante da argumentação de que a venda é necessária para o sustento familiar, a sobrevivência de alguns, perguntamos se não haveria coisas mais úteis e saudáveis a serem comercializadas?

Acaso, apreciaríamos que alguém se achegasse aos nossos filhos e lhes vendesse o pó da morte, a fumaça da enfermidade?

A questão é simplesmente moral. Debelar o mal no mundo só depende dos homens.

Nosso legado para nossos filhos, a Humanidade do amanhã, pode ser de alegria ou de infelicidade, de liberdade ou de dependência, de doença ou de bem estar.

A decisão nos compete.

* * *

O tabagismo já é considerado uma doença.

Na Organização Mundial de Saúde existe um código para a enfermidade tabagismo.

Existem doenças que nós mesmos, na atualidade, criamos para nós. Pode ser pelo tabagismo, alcoolismo, maus hábitos ou alimentação inadequada ou excessiva.

Redação do Momento Espírita