terça-feira, 9 de agosto de 2011

PONTOS ESSENCIAIS PARA OS CÔNJUGES

         Reconhecer que o outro é um espírito por si, com ideais e tendências diversas.
Em tempo algum abandonar o outro aos próprios deveres e lutas, sob o pretexto de que possui tarefas diferentes.
Socorrer o outro em suas esperanças, empenhando esforço e carinho para que as realize.
Afastar do outro quaisquer assuntos tendentes a turvar-lhes a confiança recíproca.
Abolir o ciúme.
Aceitar a importância do problema sexual de um para o outro.
Entender que o amor inclui o respeito, a cortesia, a afabilidade e a discrição.
Fugir do relaxamento e do desperdício.
Adaptar-se ao nível econômico e social em que se encontram, embora cientes de que melhoria, através da existência correta, é obrigação.
Evitar rixas e discussões.
Nunca selar compromissos fora de casa sem ouvir a opinião do outro.
Tratar os filhos com equilíbrio, sem reduzi-los à condição de bonecas.
Não obrigar os filhos a estudos, linhas determinadas de trabalho, distrações ou hábitos, para os quais não sintam vocação.
Observar que os filhos precisam de educação, disciplina e bons exemplos e não de castigo ou caprichos satisfeitos.
Não enganar os filhos dando respostas ociosas às indagações que façam.
Manter entendimento e cooperação na solução das dificuldades que surjam nas famílias um do outro.
Jamais sacrificar a harmonia e a segurança do lar sob a desculpa de exigências religiosas ou sociais.
Amparar e respeitar as amizades do outro.
Não perder tempo com futilidades.
Compreender que o matrimônio é uma escola e que os cônjuges tudo precisam fazer nos domínios do possível para que não seja modificado
o programa trazido à Terra por eles mesmos, na lei da reencarnação, alterando o plano de serviço com separações reconhecidamente desnecessárias.

         (De  “Sol nas Almas”, de Waldo Vieira, pelo Espírito André Luiz)

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

DESPERTAMENTO PARA A PERSEVERANÇA

 Para perseverar na boa luta, faz-se necessário manter profunda união com os ensinamentos de Jesus Cristo. O mundo terreno, tal como se apresenta, em todas as chances para dominar os que só vêem montanhas à frente dos caminhos; para desesperar a quem só enxerga violências nas estradas onde caminha; para desestimular os que identificam como opositores todos os que encontram pela frente,  seguindo trilhos que não são os seus; para tirar o prazer de quem só conhece dores
ao seu redor; para chumbar no leito da acomodação ao que se sente frágil, invariavelmente, para qualquer atitude diante da existência. Somente quando a  pessoa se der conta de que o  Cristo deve ser a mais lúcida inspiração para a alma terrestre,  começará a sentir forças novas  para superar óbices em seus caminhos; para alimentar esperanças de paz e harmonia; para saber ouvir reais adversários, extraindo o verdadeiro e o útil dos seus arrazoados;  para aproveitar as chances de  alegria  pelo entendimento do significado espiritual do sofrimento,  onde ele apareça; para erguer-se a cada manhã, com boa disposição de fortificar-se com o elixires do trabalho e da fé, certo de que, conforme enunciou o Mestre Nazareno, só o que perseverar até o fim salvar-se-á.
 
(Obra: Em Serviço Mediúnico - J. Raul Teixeira/Hans Swigg)