sexta-feira, 1 de junho de 2012

CONVITE À SEMENTEIRA

            “A seara, na verdade é grande, mas os trabalhadores são poucos.”
            (Lucas: 10-2.)
 
      Desdobra-se , imenso, o campo a semear...
        A generosa gleba aguarda arroteamento e preparação.
        As sementes são a palavra do Senhor, férteis e nobres, em seu potencial libertador.
        Há, no entanto, outras sementes que têm recebido a preferência dos homens.
        Todos somos semeadores.
        Exemplos geram lições, palavras propõem conceitos, pensamentos elaboram ideias.
        Estamos sempre diante de professores, cercados por aprendizes.
        A vida social, desse modo, é decorrência dos impositivos geradores dos hábitos que se destacam. Assim, em qualquer circunstância o homem semeia.
        Infelizmente, na gleba da atualidade as sementes utilizadas têm-se apresentado deficientes, propiciando valores degenerados.
        Por isso, há poder e inquietação, facilidades e neuroses. O desespero segue cavalgando a anarquia e as distonias emocionais avançam comandando grupos humanos.
        Mergulha a mente na reflexão e fita a paisagem colorida dos homens. Mesmo ao sol vê-los-ás tristes e quando sorrindo, ei-los assinalados por esgares...
        Não adies a oportunidade, convidado como te encontras para o ministério de reverdescer a terra e tornar-te semeador de bênçãos  e de paz, em nome do Excelso Semeador.
 
(De “Convites da vida”, de Divaldo P. Franco, pelo Espírito Joanna de Ângelis)

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Sugestões No Caminho

Lamentar-se por quê?... Aprender sempre, sim.
Cada criatura colherá da vida não só pelo que faz, mas também conforme
esteja fazendo aquilo que faz.
Não se engane com falsas apreciações acerca de justiça, porque o tempo é o
juiz de todos.
Recorde: tudo recebemos de Deus que nos transforma ou retira isso ou aquilo,
segundo as nossas necessidades.
A humildade é um anjo mudo.
Tanto menos você necessite, mais terá.
Amanhã será, sem dúvida, um belo dia, mas para trabalhar e servir, renovar e
aprender, hoje é melhor.
Não se iluda com a suposta felicidade daqueles que abandonam os próprios
deveres, de vez que transitoriamente buscam fugir de si próprios, como quem
se embriaga para debalde esquecer.
O tempo é ouro, mas o serviço é luz.
Só existe um mal a temer: aquele que ainda exista em nós.
Não parar na edificação do bem, nem para colher os louros do espetáculo, nem
para contar as pedras do caminho.
A tarefa parece fracassar? Siga adiante, trabalhando, que, muita vez é
necessário sofrer, a fim de que Deus nos atenda à renovação.

(Obra: Sinal Verde - Chico Xavier/André Luiz)