terça-feira, 25 de junho de 2013

PERSEVERAR



“...aquele que perseverar até o fim será salvo.” – Jesus
(Mateus, 10:22)

Todas as vitórias da criatura são frutos substanciosos da perseverança.
Perseverando na edificação do progresso, mentes e corações, sem cessar, renovam os itinerários da própria vida.
O estudante incipiente chega a ser o erudito professor.
O curioso bisonho transforma-se no artífice genial.
A alma inexperiente atinge a angelitude.
Dir-se-ia construir o triunfo evolutivo um hino perene à constância do aprendizado.
Sem firmeza e tenacidade, a teoria do projeto jamais deixará o sonho do vir-a-ser...
Por esse motivo, compete-nos recordar a necessidade imperiosa da perseverança desde os mínimos cometimentos até às realizações mais expressivas do bem para atingirmos o êxito duradouro.
Sem a chama da perseverança, a educação não pode patrocinar a iluminação das consciências; a edificação assistencial não surge na face planetária qual farol benfazejo asilando os náufragos da viagem terrena, e “o homem de ontem” não alcança a claridade do “homem de hoje” para maiores conquistas do “homem de amanhã”.
Se almejas superar a ti mesmo, recorda a firme inflexão da voz do Cristo Excelso: — “aquele que perseverar até ao fim será salvo”.
Asila-te na fortaleza da fé viva, lembrando que os transes que te visitam, por mais profundos e desconcertantes, têm limites justos e naturais, e que nos cabe o dever de servir, confiar e esperar, para nossa própria felicidade, aqui e agora, hoje, amanhã e sempre.

Emmanuel
(De “Ideal Espírita”, de Francisco Cândido Xavier – Autores diversos)

segunda-feira, 24 de junho de 2013

NECESSIDADE DA TOLERÂNCIA


      Muitos fazem da tolerância um feito difícil.
      Tolerância é respeito pela vida, conforme ela é.
       Mais do que um favor em relação ao próximo em erro, é um dever mínimo, imediato, de que não podemos prescindir para viver em paz conosco.
       É estado emocional que deve incorporar-se à conduta pessoal, para formar hábito sadio.
       Todas as ocorrências no mundo resultam de fatores que nos cumpre compreender e aceitar.
       Aceitação não equivale a concordância, mas a dever de respeito, ditado pela consciência, ante os que pensam e agem de forma diferente.
       Tolerância tem muito a ver com a paz interior, que cada um deve cultivar com afinco.
       Cônscio de suas responsabilidades, o homem, mais facilmente compreende os que transitam em outras faixas de aprendizagem:
       - Não inveja os que se acham acima;
       - Tolera os que, abaixo, se fazem agressivos.
       A tolerância gera simpatia e fomenta a paz.
       Não confundamos tolerância e covardia moral.
       Uma dignifica, a outra envilece.
       A tolerância exalta, a covardia deprime.
 
.Marcelo Ribeiro / Médium Divaldo Franco
Livro: Roteiro de Libertação (extrato) - Ed. LEAL