segunda-feira, 15 de julho de 2013

ESCOLHA O MELHOR


Quem fecha os olhos imagina o mal; e quem morde os lábios o executa. (Pv. 16:30)
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Quem fecha os olhos ao dever espiritual, imagina o mal por desconhecer os frutos do bem.
No esforço pela conquista do bem e pela limpeza que se deve fazer por dentro é necessário a tranquilidade.
Quem deseja iluminar-se por dentro tem de sacrificar muitas ilusões que carrega como virtudes.
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A facilidade de tornar-se odiento é evidenciada pela face que expressa o que pensa.
Se já se acostumou a irradiar o ódio, procure com urgência sua modificação, porque o ódio atrai ódio e gera violência; gaste a sua energia doando amor, que gera caridade.
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Não deve imaginar paixões inferiores por ser um gasto de energia divina em várias inferioridades; as virtudes gastam menos fluidos e ajudam mais, ainda deixando no templo do pensante o conforto e a paz.
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Quem descobre os poderes que tem e sabe usá-los, começa a dar passos para uma vida feliz; quem ajuda sem exigências é consciente dos seus caminhos para a tranquilidade imperturbável.
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Quem sofre por ver os outros errando, se encontra envolvido pelos mesmos sentimentos inferiores, por vezes sem saber.
Cuide de si mesmo, no que toca à moral, que estará ajudando a todos.
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Pacifique os impulsos e modere sua fala em todos os assuntos, que o silêncio, vivendo o bem, ensina com mais segurança.
O seu comportamento fala mais alto que o verbo.
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A serenidade nasce no respeito dos direitos alheios e o amor sustenta o ambiente da fé e da tranquilidade.
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A escola maior para todas as criaturas são as leis de Deus, que se expressam em toda parte; basta saber estudá-las.
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Não esqueça de orar todos os dias, sem fanatismo, que a prece abre caminhos para a inspiração com a Divindade.
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Não se deve fechar os olhos ante a luz do saber, que a sabedoria e o amor se fazem em duas asas que nos levam ao reino da luz.

(De “Gotas de Verdade”, de João Nunes Maia, pelo Espírito Carlos)

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Uma prece na madrugada

SENHOR:
Quantas vezes acordo e estou aflito
A voz cala, mas o eco do meu grito
É tão forte no peito a bradar.
Nessas horas que fico nas caladas
No silêncio das minhas madrugadas
Peço forças a Ti pra me ajudar.

Suplicando eu faço-lhe uma oração
O alívio que sinto e a emoção
Tranqüilizam-me trazendo tanta paz
Na certeza que me ouve eu tenho a sorte
Pois o grito em silêncio é tão forte
Mesmo sem ecoar ouves bem mais.

Envolvendo-me de glórias e delírios
Afastando de vez os meus martírios
Que insistiam em vão me atormentar
E encontrando a paz tão desejada
Adormeço naquela madrugada
Pra ficar bem alegre ao acordar.

Pelo fato, Senhor, de ter me ouvido
Sou-lhe grato por ter me atendido
E ter tirado de mim essa aflição
Afastando-me dos laços da maldade
Devolvendo-me a total felicidade
Sou feliz! Tenho Deus no coração!

Autor: Carlos Alberto de Oliveira Aires