quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Carta de Paulo aos Coríntios


Se eu tivesse o dom de falar em outras línguas
Sem tê-las aprendido,
E se pudesse falar em qualquer idioma
Que há na terra e até no céu,
Mas, não tivesse amor, as minhas palavras,
Seriam como o barulho de um gongo
Ou o som de um sino
Poderia ter o dom de anunciar mensagens de Deus,
Ter todo o conhecimento,
Entender todos os segredos e ter tanta fé,
A ponto de tirar as montanhas de seus lugares,
Mas, se não tivesse amor, eu não seria nada
Se eu desse aos pobres tudo o que tenho
E até entregasse o meu corpo para ser queimado,
Mas, não tivesse amor, isso não teria valor algum
O amor é muito paciente e bondoso
O amor não é ciumento, nem orgulhoso, nem vaidoso
Não é arrongante, nem egoísta
Não se irrita, nem fica magoado
O amor não se alegra com a injustiça
Mas fica feliz com a verdade
Ele nunca desanima e suporta tudo
Com fé, esperança e paciência
O AMOR É ETERNO...

Há mensagens espirituais, mas durarão pouco
Existem dons de falar em línguas estranhas,
Mas acabarão logo
Há conhecimento, mas terminará também
Pois os nossos dons de conhecimento
E as nossas mensagens espirituais
Existem somente em parte
Mas, quando vier o que é perfeito,
Então o que existe em parte será extinto
Quando eu era menino, a minha maneira de falar,
De sentir e de pensar, era de menino
Agora que já sou homem,
Não tenho mais essas coisas de menino
O que agora só podemos ver e compreender
Um pouquinho de Deus
Como se estivessemos observando seu reflexo
Num espelho muito ruim
Mas chegará o dia
Quando o veremos integralmente face a face...

Tudo o quanto sei agora é obscuro e confuso
Mas depois verei tudo com clareza
Tão claramente
Como Deus esta vendo agora mesmo,
O interior do meu coração
Agora pois permanecem três coisas:
A fé, a esperança e o amor
Porém a maior delas é o amor!

Carta de Paulo aos Coríntios

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Revolução da Alma


Aristóteles, filósofo grego, escreveu este texto “Revolução da Alma” no ano 360 A.C. ... E é eterno.

“Ninguém é dono de sua felicidade, por isso: não entregue sua alegria, sua paz e sua vida nas mãos de ninguém, absolutamente ninguém!
Somos livres, não pertencemos a ninguém e não podemos querer ser donos dos desejos, das vontades ou dos sonhos de quem quer que seja.
A razão da sua vida é você mesmo.
A sua paz interior é a sua meta de vida.
Quando sentir um vazio na alma, quando acreditar que ainda está faltando algo, mesmo tendo tudo, remeta seu pensamento para os seus desejos mais íntimos e busque a divindade que existe em você.
Pare de colocar sua felicidade cada dia mais distante de você. Não coloque objetivos longes demais de suas mãos, abrace os que estão ao seu alcance hoje.
Se anda desesperado por problemas financeiros, amorosos ou de relacionamentos familiares, busque em seu interior a resposta para acalmar-se.
Você é reflexo do que pensa diariamente.
Sorrir significa aprovar, aceitar, felicitar. Então abra um sorriso para aprovar o mundo que quer oferecer a você o melhor.
Com um sorriso no rosto as pessoas terão as melhores impressões de você, e você estará afirmando para você mesmo, que está "pronto“ para ser feliz.
Trabalhe, trabalhe muito a seu favor. Pare de esperar a felicidade sem esforços. Pare de exigir das pessoas aquilo que nem você conquistou ainda.
Critique menos, trabalhe mais.
E, não se esqueça nunca de agradecer.
Agradeça tudo que está em sua vida neste momento, inclusive a dor. Nossa compreensão do universo ainda é muito pequena para julgar o que quer que seja na nossa vida.
A grandeza não consiste em receber honras, mas em merecê-las.
Se você anda repetindo muito: “eu preciso tanto de você” ou, “você é a razão da minha vida” - cuide-se.
É lícito afirmar que são prósperos os povos cuja legislação se deve aos filósofos.
A inteligência é a insolência educada.
Nosso caráter é o resultado de nossa conduta.
Egoísmo não é amor, mas sim, uma desvairada paixão por nós próprios.
O homem sábio não busca o prazer, mas a libertação das preocupações e sofrimentos.
Ser feliz é ser auto-suficiente...
Seja senhor de sua vontade e escravo da sua consciência.”

Aristóteles - Filósofo Grego