domingo, 25 de dezembro de 2016

Natal com Jesus


Se pudéssemos perguntar a Jesus: Se pudéssemos perguntar a Jesus: Como e quando Ele gostaria que fosse comemorado o seu nascimento? Como e quando Ele gostaria que fosse comemorado o seu nascimento? O que Ele responderia?

Será que é o Natal onde a figura do Papai Noel sobrepuja a do Cristo aos olhos dos nossos filhos?

Será que é o Natal do comércio que se enfeita para atrair a freguesia preocupada com os presentes a serem trocados, em comemoração ao dia Daquele que não se apegou aos valores materiais? Será que é o Natal do comércio que se enfeita para atrair a freguesia preocupada com os presentes a serem trocados, em comemoração ao dia Daquele que não se apegou aos valores materiais?

Será que é o Natal que comemoramos no Dia 24 em uma ceia recheada de pompa, de excessos, em nome Daquele que nasceu em posição tão humilde?... Será que é o Natal que comemoramos no Dia 24 em uma ceia recheada de pompa, de excessos, em nome Daquele que nasceu em posição tão humilde?

Ou seria este outro Natal? Ou seria este outro Natal? Onde ele nasce e não morre mais; onde o amor por Ele e em nome Dele não conhece data. Onde ele nasce e não morre mais; onde o amor por Ele e em nome Dele não conhece data.

Natal onde a gula não exija tantos excessos com a justificativa aparente de comemorar o aniversário Daquele que tanto evidenciou os valores espirituais.

Seria o Natal diário vivenciado por pessoas como Madre Teresa de Calcutá, Irmã Dulce da Bahia, um Mahatma Ghandi, Chico Xavier e tantos outros...

Seria o Natal do Bom Samaritano que não possui data; não determina condições; não escolhe pessoas, nada exige; nada impõe.

Um Natal tão simples e tão amplo e profundo, onde haja tempo e lugar de vivermos com Jesus durante todos os dias de nossa existência...

JESUS NASCEU? ONDE? QUANDO?

JESUS NASCEU? ONDE? QUANDO? Perguntemos a Francisco de Assis o que ele sabe sobre o nascimento de Jesus. E ele nos responderá: Perguntemos a Francisco de Assis o que ele sabe sobre o nascimento de Jesus. E ele nos responderá: - Ele nasceu no dia em que, na praça de Assis entreguei minha bolsa, minhas roupas e até meu nome para segui-lo incondicionalmente, pois sabia que somente ele é a fonte inesgotável de amor.

JESUS NASCEU? ONDE? QUANDO? Perguntemos a Pedro, sobre a natividade de Jesus e ele assim se pronunciará: Perguntemos a Pedro, sobre a natividade de Jesus e ele assim se pronunciará: - Jesus nasceu na noite em que o galo cantou pela terceira vez, no momento em que eu o havia negado. Foi nesse instante que acordou minha consciência para a verdadeira vida.

JESUS NASCEU? ONDE? QUANDO? Perguntemos a Paulo de Tarso, quando se deu o nascimento de Jesus. Ele nos responderá: Perguntemos a Paulo de Tarso, quando se deu o nascimento de Jesus. Ele nos responderá:

JESUS NASCEU? ONDE? QUANDO? - Jesus nasceu na Estrada de Damasco quando, envolvido por intensa luz que me deixou cego, pude ver a figura nobre e serena que me perguntava: Saulo, Saulo porque me persegue? E na cegueira passei a enxergar um mundo novo quando eu lhe disse: - Senhor, o que queres que eu faça? Paulo de Tarso

JESUS NASCEU? ONDE? QUANDO? Interpelemos Tomé, o incrédulo, onde e quando nasceu Jesus. Ele nos responderá: Interpelemos Tomé, o incrédulo, onde e quando nasceu Jesus. Ele nos responderá: - Jesus nasceu naquele dia inesquecível em que ele me pediu para tocar as suas chagas e me foi dado testemunhar que a morte não tinha poder sobre o filho de Deus. Só então compreendi o sentido de suas palavras: Eu sou o caminho, a verdade e a vida.

JESUS NASCEU? ONDE? QUANDO? Perguntemos a João Batista quando se deu o nascimento de Jesus. Ele nos responderá: Perguntemos a João Batista quando se deu o nascimento de Jesus. Ele nos responderá: - Jesus nasceu no instante em que, chegando ao rio Jordão, pediu-me que o batizasse. E ante a meiguice do seu olhar e a majestade da sua figura pude ouvir a mensagem do Alto: "Este é o meu Filho Amado, no qual pus a minha complacência”.

JESUS NASCEU? ONDE? QUANDO? Apelemos, para Dimas, o bom ladrão: Onde e quando Jesus nasceu? Ele nos informará: Apelemos, para Dimas, o bom ladrão: Onde e quando Jesus nasceu? Ele nos informará: Jesus nasceu no topo do Calvário, precisamente quando a cegueira e a maldade humanas supunham aniquilá-lo para sempre; dali ele me dirigiu um olhar repassado de piedade e de ternura, que me fez esquecer todas as misérias deste mundo.

JESUS NASCEU? ONDE? QUANDO? Perguntemos a Judas Iscariotes quando se deu nascimento de Jesus. Ele nos responderá: Perguntemos a Judas Iscariotes quando se deu nascimento de Jesus. Ele nos responderá: - Jesus nasceu no instante em que eu assistia ao seu julgamento e a sua condenação. Compreendi que Jesus estava acima de todos os tesouros terrenos.

JESUS NASCEU? ONDE? QUANDO? Perguntemos, finalmente, a Maria de Nazaré onde e quando nasceu Jesus. E ela nos responderá: Perguntemos, finalmente, a Maria de Nazaré onde e quando nasceu Jesus. E ela nos responderá:

JESUS NASCEU? ONDE? QUANDO? Jesus nasceu em Belém, sob as estrelas, que eram focos de luzes guiando os pastores e suas ovelhas ao berço de palha. Jesus nasceu em Belém, sob as estrelas, que eram focos de luzes guiando os pastores e suas ovelhas ao berço de palha. Foi quando o segurei em meus braços pela primeira vez e senti se cumprir a promessa de um novo tempo através daquele Menino que Deus enviara ao mundo, para ensinar aos homens a lei maior do amor. (Maria de Nazaré) Foi quando o segurei em meus braços pela primeira vez e senti se cumprir a promessa de um novo tempo através daquele Menino que Deus enviara ao mundo, para ensinar aos homens a lei maior do amor. (Maria de Nazaré)

JESUS NASCEU? ONDE? QUANDO? Se perguntarmos a tantos outros seguidores do Cristo, cada um dará o seu testemunho a respeito de quando Ele nasceu. Se perguntarmos a tantos outros seguidores do Cristo, cada um dará o seu testemunho a respeito de quando Ele nasceu.

JESUS NASCEU? ONDE? QUANDO? E para nós, quando Jesus nasceu? E para nós, quando Jesus nasceu? E se descobrirmos que ele não nasceu? E se descobrirmos que ele não nasceu? Então, procuremos urgentemente fazer com que ele nasça logo, porque, quando isso acontecer, teremos finalmente entendido o Natal e verdadeiramente encontrado a luz.

“ Vem... Segue-me...”

Jesus Cristo Jesus Cristo PARA QUE SEMPRE SEJA NATAL...
Autor desconhecido

sábado, 24 de dezembro de 2016

O que é o Natal


Eu, menino, sentado na calçada, sob um sol escaldante, observava a movimentação das pessoas em volta, e tentava compreender o que estava acontecendo.

Que é o Natal? - perguntava-me, em silêncio.

Eu, menino, ouvira falar que aquele era o dia em que Papai Noel, em seu trenó puxado por renas, cruzava os céus distribuindo brinquedos a todas as crianças.

E por que então, eu, que passo a madrugada ao relento nunca vi o trenó voador? Onde estão os meus presentes? Perguntava-me.

E eu, menino, imaginava que o Natal não deveria ser isso.

Talvez fosse um dia especial, em que as pessoas abraçassem seus familiares e fossem mais amigas umas das outras.

Ou talvez fosse o dia da fraternidade e do perdão.

Mas então por que eu, sentado no meio-fio, não recebo sequer um sorriso? - perguntava-me, com tristeza - E por que a polícia trabalha no Natal?

E eu, menino, entendia que não devia ser assim...

Imaginava que talvez o Natal fosse um dia mágico porque as pessoas enchem as igrejas em busca de Deus.

Mas por que, então, não saem de lá melhores do que entraram?

Debatia-me, na ânsia de compreender essa ocasião diferente.

Via risos, mas eram gargalhadas que escondiam tanta tristeza e ódio, tanta amargura e sofrimento...

E eu, menino, mergulhado em tão profundas reflexões, vi aproximar-se um homem...

Era um belo homem...

Não era gordo nem magro, nem alto nem baixo, nem branco, nem preto, nem pardo, nem amarelo ou vermelho.

Era apenas um homem com olhos cor de ternura e um sorriso em forma de carinho que, numa voz em tom de afago, saudou-me:

Olá, menino!

Oi!... Respondi, meio tímido.

E, com grande admiração, vi-o acomodar-se ao meu lado, na calçada, sob o sol escaldante.

Eu, menino, aceitei-o como amigo, num olhar. E atirei-lhe a pergunta que me inquietava e entristecia:

Que é o Natal?

Ele, sorrindo ainda mais, respondeu-me, sereno:

Meu aniversário.

Como assim? - perguntei, percebendo que ele estava sozinho.

Por que você não está em casa? Onde estão os seus familiares?

E ele me disse: Essa é a minha família, apontando para aquelas pessoas que andavam apressadas.

E eu, menino, não compreendi.

Você também faz parte da minha família... Acrescentou, aumentando a confusão na minha cabeça de menino.

Não te conheço! - eu disse.

É porque nunca lhe falaram de mim. Mas eu o conheço. E o amo...

Tremi de emoção com aquelas palavras, na minha fragilidade de menino.

Você deve estar triste, comentei. Porque está sozinho, justo no dia do próprio aniversário...

Neste momento, estou com você. - respondeu-me, com um sorriso.

E conversamos...uma conversa de poucas palavras, muito silêncio, muitos olhares e um grande sentimento, naquela prece que fazia arder o coração e a própria alma.

A noite chegou... E as primeiras estrelas surgiram no céu.

E conversamos... Eu, menino, e ele.

E ele me falava, e eu o entendia. E eu o sentia. E eu o amava...

Eu, menino: sou as cordas. Ele: o artista. E entre nós dois se fez a melodia!...

E eu, menino, sorri...

Quando a madrugada chegou e, enquanto piscavam as luzes que iluminavam as casas, ele se ergueu e eu adivinhei que era a despedida. E eu suspirava, de alma renovada.

Abracei-o pela cintura, e lhe disse: Feliz aniversário!

Ele ergueu-me no ar, com seus braços fortes, tão fortes quanto a paz, e disse-me:

Presenteie-me compartilhando este abraço com a minha família, que também é sua... Ame-os com respeito. Respeite-os com ternura, com carinho e amizade. E tenha um Feliz Natal!

E porque eu não queria vê-lo ir-se embora, saí correndo em disparada pela rua. Abandonei-o, levando-o para sempre no mais íntimo do coração...

E saí em busca de braços que aceitassem os meus...

E eu, menino, nunca mais o vi. Mas fiquei com a certeza de que ele sempre está comigo, e não apenas nas noites de Natal...

E eu, menino, sorri... Pois agora eu sei que Ele é Jesus... E é por causa Dele que existe o Natal.

Redação do Momento Espírita