segunda-feira, 8 de agosto de 2011

ORAI SEMPRE

Filhos, não vos esqueçais de orar sempre.
A oração possibilita ao homem abrandar os próprios sentimentos.
Quem se habitua a orar não se entrega ao desespero e à revolta.
A prece jamais é um monólogo... Pelo recolhimento íntimo na oração, a criatura conversa com o Criador, que não a deixa sem resposta.
Ato de fé solitário, a prece exterioriza a sinceridade do filho que, reconhecendo a própria insignificância, recorre aos préstimos do Pai, que tudo pode.
Jesus orava com freqüência.
Sem este contato pessoal com Deus, a crença do homem não passa de uma aparente manifestação de religiosidade.
Os que oram nunca se fragilizam diante das lutas que faceiam.
Orai no silêncio de vossas reflexões; orai com a vossa mente e com o vosso coração.
Buscai forças no Alto para os embates inevitáveis do caminho, repleto de urzes e de pedras.
Orai com as vossas mãos mergulhadas na caridade; que as vossas petições sejam referendadas pelas vossas atitudes no bem dos semelhantes...
A persistência da fé remove obstáculos intransponíveis.
A oração modifica o tônus espiritual de quem, por vezes, não enxerga saída para os impasses da existência.
Quem não ora será sempre uma presa fácil da obsessão e do desequilíbrio oriundo de si mesmo.
Filhos, abençoai as vossas provas! Afagai o madeiro que vos pesa nos ombros e, sob o sol causticante de vossas dificuldades, não vos afasteis do oásis aconchegante da oração.
A prece é o ato de humildade que mais engrandece o espírito!
Sede homens de fé e de oração.
Quanto maior o desafio lançado à vossa crença, mais devereis vos curvar à necessidade de orar.
"Pedi e obtereis" - exortou-nos o Senhor, em suas palavras jamais pronunciadas em vão.


A CORAGEM DA FÉ -  BEZERRA DE MENEZES /  CARLOS A. BACELLI

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Lições da Vida

Há alguns anos, nas Olimpíadas Especiais de Seattle,nos Estados Unidos, nove participantes, todos com deficiência mental ou física, alinharam-se para a largada da corrida dos 100 metros rasos. Ao sinal, todos partiram não  exatamente em disparada, mas com vontade de dar o melhor de si, terminar a corrida e vencer.
Todos correram com exceção de um garoto que tropeçou na pista, caiu rolando e começou a chorar. Os outros oito ouviram o choro. Diminuíram o passo e olharam para trás. Então, eles viraram e voltaram. Todos eles. Uma das meninas, com Síndrome de Down, ajoelhou, deu um beijo no garoto e disse:
“PRONTO, AGORA VAI SARAR”.
Em seguida, os nove competidores deram os braços e andaram juntos até a linha de chegada. O estádio inteiro levantou e os aplausos duraram
vários minutos. As pessoas, que estavam naquele dia no estádio, continuam repetindo essa história até hoje. Talvez os atletas fossem deficientes mentais. Mas, com certeza, não eram deficientes de sensibilidade…
POR QUE? Porque, lá no fundo, todos nós sabemos que o que importa nesta vida é mais do que ganhar sozinho; o que importa é ajudar os outros a vencer, mesmo que isso signifique diminuir o passo e mudar de curso.
Esse conto foi enviado pelo jornalista AILTON FERNANDES, diretor da 4E ESCOLA DE EDUCAÇÃO ESPECIAL PARA EDUCAÇÃO DE EXCEPCIONAIS.