quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Tem coisas que o coração só fala para quem sabe escutar...


Quando você conseguir superar graves problemas de relacionamentos, não se detenha na lembrança dos momentos difíceis, mas na alegria de haver atravessado mais essa prova em sua vida.
Quando sair de um longo tratamento de saúde, não pense no sofrimento que foi necessário enfrentar, mas na bênção de Deus que permitiu a cura.
Leve na sua memória, para o resto da vida, as coisas boas que surgiram nas dificuldades. Elas serão uma prova de sua capacidade, e lhe darão confiança diante de qualquer obstáculo.
Uns queriam um emprego melhor; outros, só um emprego.
Uns queriam uma refeição mais farta; outros, só uma refeição.
Uns queriam uma vida mais amena; outros, apenas viver.
Uns queriam pais mais esclarecidos; outros, ter pais.
Uns queriam ter olhos claros; outros, enxergar.
Uns queriam ter voz bonita; outros, falar.
Uns queriam silêncio; outros, ouvir.
Uns queriam sapato novo; outros, ter pés.
Uns queriam um carro; outros, andar.
Uns queriam o supérfluo; outros, apenas o necessário.
Há dois tipos de sabedoria: a inferior e a superior. A sabedoria inferior é dada pelo quanto uma pessoa sabe e a superior é dada pelo quanto ela tem consciência de que não sabe. Tenha a sabedoria superior. Seja um eterno aprendiz na escola da vida.
A sabedoria superior tolera; a inferior, julga;
a superior, alivia; a inferior, culpa;
a superior, perdoa; a inferior condena.
Tem coisas que o coração só fala para quem sabe escutar!

-Chico Xavier

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Forca no Celeiro - O Pai Que Tenta Ajudar o Filho...


Havia um fazendeiro muito trabalhador e muito rico. Ele tinha dezenas de abastadas fazendas, milhares de cabeças de gado, centenas de cavalos de raça, muitos empregados. Mas, a sua grande preocupação era com seu único filho, que ao contrário do fazendeiro não gostava de trabalhar. Vivia apenas em festas, farras, churrascadas, seguido e bajulado por um grupo de “amigos”.

O pai advertia-o que aquelas pessoas só estavam do lado dele por interesse e que não eram amigos de verdade. O homem também o aconselhava a se preparar para administrar com sabedoria todos os bens que herdaria.

Mas, as palavras entravam por um ouvido e saíam pelo outro e o rapaz continuava a fazer exatamente tudo aquilo que o pai dele pedia para ele não repetir. Foi então que o homem resolveu mandar construir um celeiro na fazenda principal. E nesse celeiro ele mesmo forjou uma grande forca. No chão, ele escreveu em grandes letras a frase: “para eu nunca esquecer os conselhos do meu pai”.

Ele chamou o filho e o levou ao celeiro e disse que já sabia por inteiro o destino do filho depois que morresse. Ele não saberia administrar os bens herdados, contrairia vultosas dívidas, seria ignorado pelos antes amigos e começaria a se desfazer de cada uma das coisas que ele recebeu. Quando chegasse esse dia, o pai pediu que ele fosse ao celeiro e usasse a forca. O rapaz ficou muito assustado por um tempo, mas depois voltou a se comportar tão dissolutamente quanto antes.

O fazendeiro morreu. E ele estava certo. O filho não sabia administrar o que herdou. Meteu-se em muitos negócios que pareciam lucrativos mas se revelaram estúpidos, contraiu dívidas, viu sumir os amigos e começou a vender os bens que possuía.

Quando só restava-lhe o celeiro, resolveu atender ao desejo do pai. Foi até a forca. Pôs a corda no pescoço e desejou: “Perdão, pai... Ah! Se eu tivesse uma segunda chance”. E se atirou..

Descobriu que a forca era oca. De dentro dela caíram muitas pedras preciosas: diamantes, esmeraldas, rubis, etc.

No meio das joias valiosas, um papel com a letra do pai: “Eu o amo muito. Aproveite bem essa segunda chance”.