sábado, 20 de janeiro de 2018

O “AMAR A SI MESMO” pode gerar um significado dúbio como EGOISTICAMENTE preferir sempre A SI PRÓPRIO?


O “AMAR A SI MESMO” PODE GERAR UM SIGNIFICADO DÚBIO COMO EGOISTICAMENTE PREFERIR SEMPRE A SI PRÓPRIO?

R: ... Amando a si mesmos, terão que aprender a darem o melhor de si para os outros. Não é um amar egoísta, egocentrista, é um amar para saber cuidar dos seus pensamentos, de suas palavras e atitudes, a não onerar os outros.

Precisam conhecer a vocês mesmos, em primeiro lugar, e não como pensam conhecer o outro: O outro é isto, o outro é aquilo.

Mas e vocês? Quem são vocês? A grande maioria não se expõe, tranca-se. E assim é o amor.

O amar a mim mesmo é saber perdoar, saber distinguir aquilo que sou daquilo que faço. É nesse sentido que é preciso entender o amar a si próprio.

NÃO SERIA O AMOR O OBJETIVO FINAL REAL DE NOSSAS VIDAS?

R: “Sim, mas o amor amplo. Aprender amar a tudo: a arte, a construção, um olhar, um animal ou uma flor. Amar quando olha o céu, essa construção perfeita, enfim, o amor à Criação. Ele tem que ser amplo e abrangente.

Na Terra, as almas encarnadas tem uma concepção de amor muito diferente. Esse termo está mal empregado.”

TEMOS UM DITADO POPULAR QUE DIZ: “O AMOR É CEGO” ISSO ESTARIA CORRETO?

R: “O amor é cego quando é cármico, porque se não fosse assim não existiriam as uniões.

Ele precisa ser cego porque é necessário. Seria uma energia em contato com outra energia para unirem-se e seguirem juntos. Não é amor. É paixão, atração, ilusão e chamamento de matéria, embora estas criaturas, que já se encontram sob sensibilidades maiores, se unam em sentimentos mais apurados, a solidificarem-se em um amor mais abrangente.”

POR QUE AS PESSOAS HOJE TÊM TANTA NECESSIDADE DE SEREM AMADAS E TANTA DIFICULDADE PARA AMAR?

R: “Isso não acontece só hoje em dia, sempre existiu, porque não fomos feitos para vivermos sós. Existe uma necessidade de complementação de energias, somos energia e precisamos desta alimentação de carinho e aconchego numa maior profundidade, assim como precisamos da chuva que cai com amor a nos alimentar o corpo e a própria vida... Nem o homem, nem nenhuma natureza nasceram para viverem sós.

Nasce uma flor de uma espécie e daqui a pouco vem outra da mesma espécie, elas se agrupam em espécies. Existe uma convivência amorosa que elas não identificam seja o amor, porque ainda são naturezas minerais, vegetais e animais. Mas existe uma cumplicidade daquele grupo em se unir a tornar todo aquele conjunto mais belo. Isso é uma forma de irradiar amor...

“Amar é libertar, conceder, doar-se e saber ajoelharem-se diante umas das outras sem exigências maiores.”

QUEM AMA LIBERTA?

R: Quem ama liberta. Comecemos por nós.

Amamos a ponto de entregar nossos filhos nas mãos de Deus e às disposições que foram dadas a eles? Pensem nisto.

Amamos a ponto de aceitar quando um ser se afasta de nós e vai para o plano espiritual?

Esta é a aceitação do amor, porque você ama a criatura, mas não pode exigir que por ter um amor egoísta a criatura faça o que você quer, fique onde você quer ou atue como você quer. Não pode ser assim...

HENRIQUE KARROIZ

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Novo Filme Espírita "Deixe-me Viver"


Já está disponível o filme DEIXE-ME VIVER pela internet através YouTUBE FILMES (locação), o link para a locação do filma esta no final da mensagem.

Ao alugar o filme fica disponível durante 30 dias para assistir. Assim que assistir a primeira vez, o filme fica disponível por 48 horas. Se não assistir em 30 dias a locação expira e o site não devolve o valor da locação (é regra do YouTUBE). Os menus estão mal traduzidos. Quando clicar em "comprar" que dizer "alugar". No letreiro está escrito: "começa em 30 dias" mas quer dizer que "expira em 30 dias" (são erros de tradução do próprio YouTUBE.




Resumo:

Novo filme espírita baseado na obra do Espírito Luiz Sérgio, psicografada pela médium Irene Pacheco. Trata-se de "Deixe-me Viver", um dos mais populares romances espíritas.

Luiz Sérgio (Bernardo Dugin) é um jovem espírita que foi chamado para uma grande obra. Ele é convocado para escrever vários livros ligados ao espiritismo, sendo um deles o Deixe-me Viver. Para escrevê-lo, Luiz embarcou em uma jornada a fim de resgatar espíritos que se encontram nos umbrais, locais em que alguns espíritos vão para pagar pelos pecados cometidos. Nessa missão, ele vai se deparar com vários casos de abandono e rejeição, e tentará fortalecer laços familiares.