Na vida terrestre, bem podemos entender que toda a relação entre os seres e
o Criador da Vida é demarcada pelo fenômeno do agradecimento.
A natureza sabe ser grata pelas ofertas do Criador, dando aos humanos
sublimados exemplos nesse sentido.
O solo costuma agradecer ao Pai do Céu pela confiança do lavrador, quando
guarda em seu seio as sementes prenhes dos recursos potencializados do
futuro vegetal. O agradecimento do solo, assim, é a promoção da germinação
da semente aninhada sob sua calidez.
O vegetal agradece a DEUS enfeitando-se de flores, muitas vezes detentoras
de raros perfumes e de cores exóticas. As flores, por sua vez, agradecem a
ramagem que as sustenta, homenageando a vida com a oferta de seus frutos.
A brisa rende graças ao Senhor por poder movimentar-se, celeremente, em todo
lugar, e, por isso beija as florações, refrescando-as, carinhosamente. As
florações são agradecidas à brisa refrescante embalsamando-a com seu
perfume.
A corrente fluvial agradece pelo leito em que se estira, no seu rumo para o
mar, fertilizando as suas margens, que se tornam áreas abençoadas pela
fertilidade.
As aves são gratas à vida e, por isso, emitem seu mavioso canto, enchendo de
sonora harmonia seus espaços.
O Sol é reconhecido ao Criador por sua natureza estelar, e, por esse motivo,
além de projetar seu brilho sobre o corpo lunar, opaco, tornando-o
formidável lâmpada que derrama prata sobre a imensidão, esparge sementes de
vida por todos os planetas que se lhe tornaram satélites.
A lua se mostra agradecida ao Supremo Pai e coopera grandemente para os
movimentos das marés, que, agitando a enorme massa líquida, contribui para o
equilíbrio planetário.
Como bem podemos ver, é verdade que tudo se une em agradecimento ao nosso
Pai Maior. Cada coisa ou cada ser, a seu modo, sabe ser penhorado.
Pense, então, a respeito das suas relações com a vida e sobre o modo como
tem se mostrado grato a DEUS. Importante é que, muito embora possamos orar a
DEUS, com entusiasmo ou com tristeza
n'alma, no cerne da nossa oração possamos não apenas pedir, mas, também,
louvar e agradecer ao Dispensador Absoluto, através de uma existência rica
de belezas, plena de construções nobilitantes, para que se estabeleça em
cada um de nós a sonhada ventura, patrimônio inalienável de quem aprende a
agradecer pelas bênçãos que recebe a cada momento, contribuindo com os
projetos do Pai pelos caminhos do mundo.
(Mensagem psicografada em 25.12.2002 - Niterói - RJ - Raul
Teixeira/Rosângela)
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quarta-feira, 13 de julho de 2011
terça-feira, 12 de julho de 2011
Dificuldade nas relações familiares
Geralmente os desajustes da família correspondem aos desajustes do nosso espírito extremamente voltado para si mesmo. Quando no lar estivermos dispostos a trabalhar pela felicidade do familiar que a sabedoria divina, com justas razões, colocou ao nosso lado, todos os problemas diminuirão sensivelmente, tornando a vida doméstica mais amena e feliz.
É preciso lembrar que grande parte das uniões matrimoniais ainda se dá em caráter provacional, almas que se reencontram no presente com a proposta de se curarem uma às outras através do amor que ontem sonegaram.
Meus filhos, se hoje encontramos dificuldades no campo da relações familiares, procuremos não desanimar nem desertar dos testemunhos de amor que a nossa consciência suplicou antes de reencarnar. Bem sabemos o quanto é difícil a solidão afetiva, a frieza contumaz do cônjuge, a rebeldia dos filhos, a agressividade da parentela, a indiferença do companheiro. Mas consideraremos tais situações como experiências enriquecedoras para o nosso espírito, que, outrora, também resvalou no campo da frieza, do egoísmo, da traição, da agressividade, dos vícios e do abandono. Os que hoje choram com as dificuldades no lar quase sempre são os mesmos que ontem provocaram as lágrimas naqueles que hoje dividem conosco a experiência familiar.
Bendigamos, amados, a prova redentora junto à família que Deus nos deu para que aprendêssemos a amar como gostaríamos que os outros nos amassem. Somente assim poderemos legitimamente reivindicar o amor, o amor que até o momento ainda não se incorporou definitivamente em nossa maneira de ser.
É preciso lembrar que grande parte das uniões matrimoniais ainda se dá em caráter provacional, almas que se reencontram no presente com a proposta de se curarem uma às outras através do amor que ontem sonegaram.
Meus filhos, se hoje encontramos dificuldades no campo da relações familiares, procuremos não desanimar nem desertar dos testemunhos de amor que a nossa consciência suplicou antes de reencarnar. Bem sabemos o quanto é difícil a solidão afetiva, a frieza contumaz do cônjuge, a rebeldia dos filhos, a agressividade da parentela, a indiferença do companheiro. Mas consideraremos tais situações como experiências enriquecedoras para o nosso espírito, que, outrora, também resvalou no campo da frieza, do egoísmo, da traição, da agressividade, dos vícios e do abandono. Os que hoje choram com as dificuldades no lar quase sempre são os mesmos que ontem provocaram as lágrimas naqueles que hoje dividem conosco a experiência familiar.
Bendigamos, amados, a prova redentora junto à família que Deus nos deu para que aprendêssemos a amar como gostaríamos que os outros nos amassem. Somente assim poderemos legitimamente reivindicar o amor, o amor que até o momento ainda não se incorporou definitivamente em nossa maneira de ser.
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