Aliando esforços e ajuntando trabalhos na dignidade do amor, as leis
te darão a paz. Compreendendo que a dor é o socorro da vida maior, busquemos
entendê-la na conjuntura da vida.
A dor incentiva-nos ao estudo. O estudo nos faz compreender. A
compreensão nos favorece a tranquilidade. A tranquilidade evidencia a
realidade da alma.
Estamos nos alinhavos da maturidade e, dessa forma, somos agredidos,
sobremaneira, em cada passo, a despertar em cada espírito, valores que nos
libertam das inferioridades, de maneira que algo de nossa intimidade se
mostra, se exterioriza, sem o gazofilácio da vaidade.
A função da dor é agir, nos princípios da alma, como o amor na
maturidade do espírito. A dor, nos princípios, é o despertar da vida. O amor
é o crescimento dela.
Nestes fins de tempos, companheiros, damo-nos as mãos computando
vidas, na grandiosidade da Vida Maior. Querer livrar-se da dor sem as
devidas alturas para o verdadeiro Amor, é correr o perigo de uso indevido do
tesouro a que chamamos de caridade.
Se não desejas sofrer mais, muda as tuas condições de vida. A saúde
depende da maturidade do ser. Crescer é o nosso destino e iluminar é o
roteiro traçado pelo Cristo, que mora nos nossos corações.
(Página recebida na Sociedade Espírita Maria Nunes, Belo Horizonte, MG, em
16/12/87, Estudo de "O Evangelho segundo o Espiritismo", Cap. IX, Item 7)
(De "Páginas Esparsas 5", de João Nunes Maia, pelo Espírito Miramez)
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quinta-feira, 29 de novembro de 2012
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
SOB LIMITES
O dia pujante, marcha para o ocaso.
O ano, de largos dias, não excede um minuto na ampulheta do tempo.
A existência física, mesmo duradoura, não logra evitar a morte.
Tudo, na Terra, são limites.
Só a vida em plenitude permanece, mergulhando e liberando-se dos
envoltórios transitórios de que se reveste, para as transformações e avanços
na fatalidade da perfeição que busca e alcançará.
*
Nunca te suponhas indene aos acontecimentos dos processos da
evolução.
Embrulha-te nos tecidos da humildade e avança, trabalhando sem
cansaço.
Conserva o otimismo em tuas realizações, mesmo quando os céus da tua
experiência estejam nublados por espessas sombras de dificuldades.
Quem receia agir no bem, entorpece as resistências da realização.
*
A prepotência age para a loucura.
A presunção atua para o desequilíbrio.
Só o amor, calcado no interesse pelo próximo, logra produzir para a
Vida.
*
Instado a edificar o bem, onde estejas, não postergues a
oportunidade.
Não conseguindo o desiderato, evita lamentar o esforço despendido.
A rosa aromatiza o ar; quantos se inebriam, preferem o aroma. Sê tu
a rosa.
Todos bendizem o ar balsâmico da Natureza que os refrigera e agrada.
Sê tu a brisa abençoada.
Na ambiência da tranquilidade, todos anelam por fruí-la. Sê tu quem
a propicia.
Melhor ensejar ventura do que gozá-la.
*
Recorda Jesus, que tudo investiu em amor, para, mesmo sofrendo,
ensinar o homem a ser feliz, não ultrapassando os deveres e submetendo-se,
Ele, que é o nosso apoio às limitações do mundo, onde, por enquanto, nos
encontramos a crescer e a evoluir.
(De "Alerta", de Divaldo P. Franco, pelo Espírito de Joanna de Ângelis)
O ano, de largos dias, não excede um minuto na ampulheta do tempo.
A existência física, mesmo duradoura, não logra evitar a morte.
Tudo, na Terra, são limites.
Só a vida em plenitude permanece, mergulhando e liberando-se dos
envoltórios transitórios de que se reveste, para as transformações e avanços
na fatalidade da perfeição que busca e alcançará.
*
Nunca te suponhas indene aos acontecimentos dos processos da
evolução.
Embrulha-te nos tecidos da humildade e avança, trabalhando sem
cansaço.
Conserva o otimismo em tuas realizações, mesmo quando os céus da tua
experiência estejam nublados por espessas sombras de dificuldades.
Quem receia agir no bem, entorpece as resistências da realização.
*
A prepotência age para a loucura.
A presunção atua para o desequilíbrio.
Só o amor, calcado no interesse pelo próximo, logra produzir para a
Vida.
*
Instado a edificar o bem, onde estejas, não postergues a
oportunidade.
Não conseguindo o desiderato, evita lamentar o esforço despendido.
A rosa aromatiza o ar; quantos se inebriam, preferem o aroma. Sê tu
a rosa.
Todos bendizem o ar balsâmico da Natureza que os refrigera e agrada.
Sê tu a brisa abençoada.
Na ambiência da tranquilidade, todos anelam por fruí-la. Sê tu quem
a propicia.
Melhor ensejar ventura do que gozá-la.
*
Recorda Jesus, que tudo investiu em amor, para, mesmo sofrendo,
ensinar o homem a ser feliz, não ultrapassando os deveres e submetendo-se,
Ele, que é o nosso apoio às limitações do mundo, onde, por enquanto, nos
encontramos a crescer e a evoluir.
(De "Alerta", de Divaldo P. Franco, pelo Espírito de Joanna de Ângelis)
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